Mostrando postagens com marcador interface. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador interface. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 13 de junho de 2007

Self media

Self media:
Os self media caracterizam um fluxo de comunicação biunívoco : o emissor perde a sua omnipotência em favor do receptor, que tem agora um papel activo. Surge a interacção, a participação toma o lugar da representação.
Se, com os mass media, se vivia numa era de informação, os self media trazem consigo a era da pós-informação. O público numeroso perde a sua importância aqui, resumindo-se muitas vezes a uma só pessoa: há personalização da informação. Será a própria máquina a compreender o homem, o indivíduo, com os seus gostos e interesses particulares.
Como relata Francisco Rui Cádima, « […] o que a lógica dos self media e a interactividade evidenciam é sobretudo a crise das estratégias de encenação do actual campo mediático, que insiste de modo insuportável no discurso da actualidade trágica e no pequeno mundo da política e do fait-divers. […] »
O interface é próprio e essencial aos self media: é ele que facilita a interactividade entre o homem e o computador.
Os elementos que compõem os self media ou as possíveis aplicações a partir destes são: o computador, a Internet, o multimedia on e off-line com os seus vários ramos e uma série de híbridos que, nascidos mass media, se convertem em self media, como é o caso da televisão digital, dos jornais digitais



Fonte: http://www.citi.pt/estudos_multi/ana_cristina_camara/self_media.html

sexta-feira, 1 de junho de 2007

Interactividade





Interactividade:
É um conceito que se desenvolve a partir do interface.
A interactividade estrutura as nossas vidas, pois estamos em permanente contacto com os outros. Interajo com outra pessoa pela roupa, entoação, atitude, linguagem corporal, frases, silêncio, etc.: assim se estabelece, pelo menos, a possibilidade de comunicar.
É um conceito que a informática retirou às relações humanas. Ora, se o processo de interacção entre seres humanos se define pela sua complexidade e por uma aprendizagem longa e difícil, a interactividade entre homem e máquina é um problema muito mais espinhoso de resolver. Tanto mais é assim, que até à data, para haver interacção homem-máquina, é o utilizador quem se vê forçado a ascender ao nível do computador, numa tentativa de compreender como funciona. Contudo, verifica-se uma evolução lenta no plano da interactividade: já conseguimos ver imagens, já é possível falar para o computador.
A interactividade transitou entretanto para o campo do multimedia: porém, as aplicações multimedia, não geram interactividade com uma pessoa específica, mas com um público-alvo, já pré-definido e esquematizado. Há mais quantidade do que qualidade de interacções; não há individualização. A diversidade e a riqueza da interacção humana é aqui inexistente.