
Interactividade:
É um conceito que se desenvolve a partir do interface.
A interactividade estrutura as nossas vidas, pois estamos em permanente contacto com os outros. Interajo com outra pessoa pela roupa, entoação, atitude, linguagem corporal, frases, silêncio, etc.: assim se estabelece, pelo menos, a possibilidade de comunicar.
É um conceito que a informática retirou às relações humanas. Ora, se o processo de interacção entre seres humanos se define pela sua complexidade e por uma aprendizagem longa e difícil, a interactividade entre homem e máquina é um problema muito mais espinhoso de resolver. Tanto mais é assim, que até à data, para haver interacção homem-máquina, é o utilizador quem se vê forçado a ascender ao nível do computador, numa tentativa de compreender como funciona. Contudo, verifica-se uma evolução lenta no plano da interactividade: já conseguimos ver imagens, já é possível falar para o computador.
A interactividade transitou entretanto para o campo do multimedia: porém, as aplicações multimedia, não geram interactividade com uma pessoa específica, mas com um público-alvo, já pré-definido e esquematizado. Há mais quantidade do que qualidade de interacções; não há individualização. A diversidade e a riqueza da interacção humana é aqui inexistente.
É um conceito que se desenvolve a partir do interface.
A interactividade estrutura as nossas vidas, pois estamos em permanente contacto com os outros. Interajo com outra pessoa pela roupa, entoação, atitude, linguagem corporal, frases, silêncio, etc.: assim se estabelece, pelo menos, a possibilidade de comunicar.
É um conceito que a informática retirou às relações humanas. Ora, se o processo de interacção entre seres humanos se define pela sua complexidade e por uma aprendizagem longa e difícil, a interactividade entre homem e máquina é um problema muito mais espinhoso de resolver. Tanto mais é assim, que até à data, para haver interacção homem-máquina, é o utilizador quem se vê forçado a ascender ao nível do computador, numa tentativa de compreender como funciona. Contudo, verifica-se uma evolução lenta no plano da interactividade: já conseguimos ver imagens, já é possível falar para o computador.
A interactividade transitou entretanto para o campo do multimedia: porém, as aplicações multimedia, não geram interactividade com uma pessoa específica, mas com um público-alvo, já pré-definido e esquematizado. Há mais quantidade do que qualidade de interacções; não há individualização. A diversidade e a riqueza da interacção humana é aqui inexistente.
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